Universidade Federal de Alagoas Maceió, 04 de Janeiro de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA (11.00.43.59.21)
Curso: HISTÓRIA/PPGH - Maceió - MESTRADO ACADÊMICO
Código: PPGH045
Nome: ESCRAVIDÃO E MESTIÇAGENS NO BRASIL - SÉC. XVI-XIX
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 1
Ementa/Descrição: EmentaDiscutir os aspectos ligados ao tráfico de escravos para o Brasil a partir do século XVI; entender a sociedade escravocrata; o africano na construção da sociedadebrasileira colonial e imperial; formas de rebeldia e negociação escrava; serescravo e serafricano; possibilidades de inserção do negro dentro e fora do cativeiro; formas de liberdade; asmestiçagens cultural e biológica.
Referências: FARIA, Sheila de Castro. A Colônia em Movimento –Fortuna e Família no Cotidiano Colonial. Rio de janeiro: Nova Fronteira, 1998.GOMES, Flávio dos Santos Gomes. Histórias de quilombolas: mocambos e comunidades de senzalas no Rio de Janeiro, século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.GUEDES, Roberto. Egressos do cativeiro: trabalho, família aliança e mobilidade social: (Porto Feliz, São Paulo, c. 1798-c. 1850). Rio de Janeiro: Mauad X: FAPERJ, 2008.MATTOSO, Kátia de Queirós. Ser escravo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1990.ROSSELL-WOOD, A. J. R. Escravos e libertos no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.Bibliografia ComplementarCARVALHO, Marcus Joaquim Maciel de. Liberdade–Rotinas e Rupturas do escravismo no Recife (1822-1850). 2ª edição. Recife: Editora da UFPE, 2010.FLORENTINO, Manolo; GÓES, José Roberto. A paz das Senzalas: famílias escravas e tráfico atlântico, Rio de Janeiro, 1790-1850. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. Formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 51º Edição. São Paulo: Global, 2006.PAIVA, Eduardo França. Escravidão e universo cultural na colônia. Minas Gerais, 1716-1789. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001. REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por umfio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.REIS, João José; SILVA, Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.RODRIGUES, Jaime. O infame comércio: propostas e experiências no final do tráfico de africanos para o Brasil (1800-1850). Campinas: Editora da UNICAMP, CECULT, 2000.SILVA, Alberto da Costa e. Um rio chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003.SILVA, Gian Carlo de Melo. Um Só Corpo, uma Só Carne:casamento, cotidiano e mestiçagem no Recife colonial (1790-1800). Recife: Editora Universitária da UFPE, 2010.SLENES, Robert W. Na Senzala uma Flor:esperanças e recordações na formação da família escrava, Brasil Sudeste, século XIX. 2ª edição. Campinas: editora Unicamp, 2011.

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