Universidade Federal de Alagoas Maceió, 15 de Outubro de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: DISCIPLINA
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE (11.00.43.49.06)
Curso: ENSINO NA SAÚDE/PPGES - Maceió - MESTRADO PROFISSIONAL
Código: PPES005
Nome: POLÍTICA PÚBLICAS: SAÚDE, TRABALHO E EDUCAÇÃO
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Não
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 3
Ementa/Descrição: Políticas Públicas de Saúde e Educação. Estrutura e reorganização dos serviços de saúde na Brasil: a construção do SUS. Políticas Públicas de Saúde, Trabalho e Globalização. Estado, cidadania, democracia e direitos humanos. O processo de planejamento, as políticas públicas e suas implicações nas práticas educativas efetivas em diferentes espaços e cenários sociais. Educação Permanente.
Referências: CARVALHO, José M. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. SANTOS, Boaventura de Sousa. Reinventar a Democracia. Cadernos Democráticos. Lisboa: Gradiva. 1998. SOUZA, Celina. Políticas Públicas: uma revisão da literatura. Sociologias, Porto Alegre, ano 8, nº 16, jul./dez. 2006, p. 20-45 (SciElo) LABRA, Maria Eliana. Política e Saúde no Chile e no Brasil. Contribuições para uma comparação. Revista Ciência e Saúde Coletiva, v. 06, n. 02, Rio de Janeiro, 2001 LUZ.M.T. Ordem social, institucionalização e políticas de saúde no Brasil:textos reunidos.Revistas: Cadernos de Saúde Pública, Saúde em Debate, Ciência e Saúde Coletiva. Ministério da Saúde www.saude.gov.br LIMA, T. N., Gerschman, S. (org) Saúde e Democracia : historia e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz/OPAS, 2005. PAIM, J.SILVA. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão e critica. Salvador/Rio de Janeiro Edufba/ENSP, 2008. p.21-49;153-171;291-327.Revista Radis,n.7. Agosto de 2008. Obs: Filme Políticas de Saúde no Brasil: um século de luta pelo direito a saúde - OPAS/MS Processo de Construção do SUS: Princípios e Diretrizes operacionais do pacto pela vida, em defesa do SUS e de gestão. MERHY, E. E. (Org) O Trabalho em Saúde: olhando e experienciando o SUS no cotidiano .São Paulo:Hucitec,2003. BRASIL, Serie Pacto pela Vida . vol. 1 a 8. Obs: Filme - $OS saúde- Sicko e debate OUVERNEY, Assis M. Os desafios da gestão em redes no SUS: Situando a regionalização na centro da agenda estratégica da Política de Saúde. Divulgação. Saúde em Debate, Nº. 42, p. 12-22, Abril de 2008.Site do Ministério da Saúde: www.saude.gov.br Serie pacto pela saúde. PAIM, J.S. Regionalização em saúde: atualização de uma agenda política. Divulgação. Saúde em Debate, Nº. 42, p. 22-26, Abril de 2008. BATISTA, N. Aprendendo a planejar, planejando. In: BATISTA, N e SILVA, S H S. O Professor de Medicina. São Paulo: Loyola, 2001. CECCIM, Ricardo Burg e FEUERWERKER, Laura C. M.. O quadrilátero da formação para a área da saúde: ensino, gestão, atenção e controle s o c i a l . P h y s i s [ o n l i n e ] . 2 0 0 4 , v o l . 1 4 , n . 1 [ c i t a d o 2 0 1 0 - 0 4 - 2 8 ] , p p . 4 1 - 6 5 . D i s p o n í v e l e m : <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-73312004000100004&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 0103-7331. doi: 10.1590/S0103- 73312004000100004. BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Princípios e diretrizes para NOB/RH-SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2003. [ BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 198/2004, de 13 de fevereiro de 2004. Institui a política nacional de educação permanente em saúde como estratégia do Sistema Único de Saúde para a formação e o desenvolvimento de trabalhadores para o setor e dá outras providências. Disponível em: < www.saude.gov.br/sgtes > CAMPOS, G. W. S. Paidéia e modelo de atenção: um ensaio sobre a reformulação do modo de produzir saúde. Olho Mágico, v. 10, n. 2, p. 7-14, abr./jun. 2003. ________. Um método para análise e co-gestão de coletivos: a constituição de sujeito, a produção de valor de uso e a democracia em instituições: o método da roda. São Paulo: Hucitec, 2000. Caminhos da Educação em Alagoas: da colônia aos tempos atuais. Org. Elcio de Gusmão Verçosa, 2001 Haddad, AE et al ? Trajetória dos cursos de graduação na saúde 1991-2004, Inep/MEC, 2006. Lígia Giovanella, Sarah Escorel, Lenaura de Vasconcelos Costa Lobato, José de Carvalho Noronha e Antonio Ivo de Carvalho (Orgs.). Políticas e Sistema de Saúde no Brasil. 1ed. Ed.Fiocruz/CEBES.Rio de Janeiro; 2008.110p. Gilberto Hochman, Marta Arretche e Eduardo Marques (orgs.)Políticas Públicas no Brasil.1 ed. Ed. Fiocruz.Rio de Janeiro;2007. 298p. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. 2 ed. rev. Brasília; 2005. 48 p. (Série B. Textos Básicos de Saúde). BRASIL.Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Série Pactos pela Saúde. Brasília, Ministério da Saúde,2006,vol.4. 60p. BRASIL.Ministério da Saúde. Diretrizes Operacionais dos Pactos pela Vida, em defesa do SUS e de Gestão. Série Pactos pela Saúde. Brasília, Ministério da Saúde,2006,vol.1. 76p.

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