Universidade Federal de Alagoas Maceió, 20 de Setembro de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE (11.00.43.54.07)
Código: MCS098
Nome: AVALIAÇÃO FÍSICA E FISIOLÓGICA RELACIONADA À PRÁTICA DA ATIVIDADE FÍSICA, SAÚDE E DESEMPENHO HUMANO
Carga Horária Teórica: 30 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 30 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Permite Múltiplas Aprovações: Não
Quantidade de Avaliações: 3
Ementa/Descrição: Estudo de parâmetros físicos (avaliação da composição corporal e de fatores de risco cardiovasculares) e fisiológicos aplicados ao treinamento esportivo, considerados na rotina pré e pós em programas de atividades físicas voltados para promoção de saúde e aumento do desempenho físico. Parâmetros físicos e fisiológicos nos diferentes desenhos de pesquisa aplicados à área da saúde e desempenho. Técnicas diretas, indiretas e duplamente indiretas de mensuração. Apresentação e discussão de temas atuais relacionadas a avaliação física e fisiológica.
Referências: 1. ACSM (2016). Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição/ American College of Sports Medicine. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2. ELLIS, K. J. (1997). Body composition of a young, multiethnic, male population. Am J Clin Nutr 66(6): 1323-1331. 3. ELLIS, K. J. (2000). Human body composition: in vivo methods. Physiol Rev 80(2): 649- 680. 4. FORBES, G. B. (1999). Body composition: overview. J Nutr 129(1S Suppl): 270S-272S. 5. GOING, S. and R. Davis (2003). Composição Corporal. Manual de Pesquisa das Diretrizes do ACSM para o Teste de Esforço e sua Prescrição. ACSM. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 6. HEYWARD, V. H. and L. M. Stolarczyk (2000). Avaliação da composição corporal aplicada, São Paulo: Manole. 7. MALINA RM and Bouchard C (2002). Moldelos e métodos para o estudo da composição corporal. Atividade Física do Jovem ao Atleta: Do Crescimento a Maturação. Malina RM and Bouchard C. São Paulo, Editora Roca: 83-95. 8. NIH Consensus Development Panel on Osteoporosis Prevention Diagnosis and Therapy (2001). Osteoporosis prevention, diagnosis, and therapy. JAMA 285(6): 785-795. 9. SILVA, A. M. (2019). Structural and functional body components in athletic health and performance phenotypes. Eur J Clin Nutr 73(2): 215-224. 10. SILVA, A. M., D. A. Fields and L. B. Sardinha (2013). A PRISMA-driven systematic review of predictive equations for assessing fat and fat-free mass in healthy children and adolescents using multicomponent molecular models as the reference method. J Obes 2013. 11. SILVA, D. A. S. Lima, L. R. A. Gonçalves, E. C. A. Moraes, M. S. Martins, P. C. Lima, 12. T. R. Cordeiro, B. Capistrano, V. Composição corporal do adulto. In: Naves, A. (Org.). Tratado de Nutrição Esportiva Funcional. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2021. 13. WANG Z, Shen W, Whiters RT and Heymsfield SB (2005). Multicomponent molecular- level models of body composition analysis (163-176). In: Heymsfield SB, Lohman TG, Wang Z and Going SB. Human Body Composition. Champaign, Human Kinetics, 2005. 14. WANG, Z. M., R. N. Pierson, Jr. and S. B. Heymsfield (1992). The five-level model: a new approach to organizing body-composition research. Am J Clin Nutr 56(1): 19-28. 15. WELLS, J. C. and M. S. Fewtrell (2008). Is body composition important for paediatricians? Arch Dis Child 93(2): 168-172. 16. MCARDLE ET AL. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 3.ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,1992; 17. NICOLO A, MASSARONI C, PASSFIELD L. Respiratory Frequency during Exercise: The Neglected Physiological Measure. Front Physiol. 2017 Dec 11;8:922. doi: 10.3389/fphys.2017.00922. PMID: 29321742; PMCID: PMC5732209. 18. GLADDEN, L.B. 200th anniversary of lactate research in muscle. Exerc. Sport Sci. Rev., Vol. 36, No. 3, pp. 109Y115, 2008. 19. NOAKES, T. Viewpoint: Evidence that reduced skeletal muscle recruitment explains the lactate paradox during exercise at high altitude. J ApplPhysiol (May 1, 2008).  doi:10.1152/japplphysiol.90410.2008 20. BORRESEN J, LAMBERT MI. The quantification of training load, the training response and the effect on performance. 2009. Sports Med;39(9):779-95. 21. ESTEVE-LANAO J, FOSTER C, SEILER S, LUCIA A. Impact of training intensity distribution on performance in endurance athletes. J Strength Cond Res. 2007 Aug;21(3):943-9 22. FITTS RH. The Role of Acidosis in Fatigue: Pro Perspective. Medicine and science in sports and exercise. 2016;48(11):2335-8. 23. TAYLOR HL, BUSKIRK E, HENSCHEL A. Maximal oxygen intake as an objective measure of cardio-respiratory performance. Journal of Applied Physiology 1955;8(1):73-80. 24. WASSERMAN K, MCILROY MB. Detecting the threshold of anaerobic metabolism in cardiac patients during exercise. The American journal of cardiology. 1964;14(6):844-52.

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