AUTOEFICÁCIA NA ASSISTÊNCIA À PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA E O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA EM ENFERMEIROS DO ESTADO DE ALAGOAS
Autoeficácia; Exercício Físico; Enfermeiras e Enfermeiros; Parada Cardíaca; Reanimação Cardiopulmonar.
Introdução: A Parada Cardiorrespiratória é um quadro súbito, que pode ser reversível, se houver a manobra de ressuscitação cardiopulmonar de forma efetiva, onde o desempenho do profissional nas manobras pode ser influenciado pelo seu condicionamento físico e a percepção de autoeficácia. Objetivo: Identificar a relação entre autoeficácia na assistência à parada cardiorrespiratória e o nível de atividade física de Enfermeiros no estado de Alagoas e os fatores associados. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional do tipo transversal realizado com enfermeiros que atuam em serviços de saúde em Alagoas. A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário eletrônico onde continha instrumentos com dados sociodemográficos e profissionais, Questionário Internacional de Atividade Física - versão curta e a Nova Escala Geral de Autoeficácia. Resultados: 53,80% dos participantes estão satisfeitos com a própria saúde, embora apenas 33,33% apresentam peso ideal, conforme o Índice de Massa Corporal. A maioria (75,30%) reconhece a relação entre atividade física e desempenho na RCP, porém 51,60% já precisaram interromper a RCP por cansaço. A autoeficácia apresentou média de 23,15 (mediana 24), em uma escala de 6 a 30 pontos. Observou-se baixa prática de atividade física, com cerca de 2 dias na semana, e elevado comportamento sedentário, com longos períodos diários em posição sentado (7 a 8 horas). Conclusão: O nível de atividade física e a autoeficácia dos enfermeiros no estado de Alagoas apresentam-se de forma majoritariamente insatisfatória.