PPGNUT PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO FACULDADE DE NUTRIÇÃO Téléphone/Extension: 3214-1158-

Banca de DEFESA: AMANDA RIBEIRO BERTA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : AMANDA RIBEIRO BERTA
DATA : 26/02/2026
HORA: 14:00
LOCAL: meet.google.com/adn-mbpw-udp
TÍTULO:

Determinantes da adição por alimentos em mulheres de baixa renda: análise das relações com a insegurança alimentar


PALAVRAS-CHAVES:

adição por alimentos; insegurança alimentar; alimentos ultraprocessados; pobreza.


PÁGINAS: 71
RESUMO:

O objetivo desta dissertação foi avaliar a associação entre os níveis de insegurança alimentar (IA) e adição por alimentos (AA) em mulheres adultas em idade reprodutiva que vivem em situação de pobreza em favelas brasileiras. Integra um estudo maior, transversal, de base populacional realizado entre outubro de 2020 e maio de 2021 em favelas e comunidades urbanas do município de Maceió. Foram convidadas a participar 2.356 mulheres em idade reprodutiva (20 a 44 anos), sendo incluídas 1.863. O recrutamento foi realizado em 40 favelas e comunidades urbanas selecionadas aleatoriamente. O desenho da amostragem foi probabilístico e do tipo conglomerado em três estágios: 1 - Favelas e comunidades urbanas; 2 - Setores censitários; 3 – Ruas. Foram coletados dados sobre idade (em anos), raça/cor da pele (brancas, pretas, pardas, amarelas e indígenas), ansiedade autorreferida ("sim" ou "não") e renda familiar mensal per capita (abaixo ou acima da linha de pobreza). Para a avaliação da atividade física, foi utilizada a versão validada do International Physical Activity Questionnaire – short form (IPAQ-short form) para a população brasileira. Para classificação do Índice de Massa Corporal (IMC), O peso e a altura dos participantes foram aferidos utilizando-se balança digital e estadiômetro portátil. Posteriormente, os participantes foram classificados em duas categorias de estado nutricional: com excesso de peso (IMC ≥ 25,0 kg/m²) e sem excesso de peso (IMC ≤ 24,9 kg/m²). A segurança ou IA foi avaliada pela Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA): Segurança Alimentar, IA leve, IA moderada, e IA Grave. A presença de AA foi avaliada utilizando a versão traduzida e validada para o português brasileiro da Modified Yale Food Addiction Scale (mYFAS) 2.0. Foi utilizado um modelo de regressão logística binária para avaliar a associação entre a IA e a AA, ajustando para idade (em anos), status de pobreza, raça/cor da pele, atividade física, status nutricional e depressão e ansiedade auto relatados. Os resultados são apresentados em um artigo original, no qual foi observada uma prevalência de AA foi observada em 15,2% das participantes. As mulheres com IA grave apresentaram 3,48 vezes mais chances (IC 95%: 2,34-5,17) de desenvolver AA. Em conclusão, a IA grave uma maior chance de apresentar AA, destacada em contextos de vulnerabilidade socioeconômica.


MEMBROS DA BANCA:
Interno(a) - 2043440 - ANA PAULA GROTTI CLEMENTE
Externo(a) à Instituição - LUIZ GONZAGA RIBEIRO SILVA NETO - UFPE
Externo(a) à Instituição - VANESSA SA LEAL - UFPE
Notícia cadastrada em: 30/01/2026 10:50
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