Banca de DEFESA: JOYELANNE KALINE CHAGAS SOUZA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : JOYELANNE KALINE CHAGAS SOUZA
DATA : 29/03/2023
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 205, ICF, UFAL
TÍTULO:

Investigação de polímero/silicato lamelar (PVP/bentonita) na síntese de membranas de nanopartículas de prata de liberação modificada


PALAVRAS-CHAVES:

polímero; argila; nanopartícula de prata


PÁGINAS: 80
RESUMO:

Tendo em vista a crescente resistência dos microrganismos aos antimicrobianos, as nanopartículas de prata (NPAg) surgem como alternativa eficaz para tratamento de diversos problemas relacionados à saúde, visto sua alta atividade antimicrobiana. A veiculação desta através de membranas poliméricas com fins curativos tem se destacado pela possibilidade de uso de polímeros biocompatíveis, dentre esses, a polivinilpirrolidona (PVP) se sobressai por atuar no processo de síntese de NPAg e impedir formação de aglomerados. Neste contexto, a junção de um polímero a uma argila nanoestruturada em camada, como a bentonita (Bt), formando um denominado nanocomposito do tipo polímero silicato lamelar (PSL), constitui um material interessante para estudo visto capacidade de liberação de ativos sustentada já descrita em literatura. Com isso, o objetivo do trabalho é sintetizar e caracterizar o nanocompósito PVP/Bt/NPAg, avaliar sua liberação e atividade antimicrobiana. A síntese das nanopartículas foi realizada utilizando PVP como agente redutor da prata e como estabilizante. A suspensão coloidal foi caracterizada por espectrofotometria UV-Vis, espalhamento dinâmico de luz e potencial zeta. Após isso, houve adição de bentonita em diferentes proporções e verificado de interferência na formação da membrana. Com a obtenção do material, o mesmo seguiu para caracterização físico-química através das técnicas de difração de raios X (DRX), espectroscopia na região do infravermelho (FTIV), microscopia eletrônica de varredura (MEV) e espectroscopia de raios X por energia dispersiva (EDS). A suspensão coloidal foi obtida e revelou estabilidade e aspecto lento de redução da prata pelo PVP. As membranas produzidas demonstraram, através de DRX, que houve formação do nanocompósito PSL e a característica amorfa do polímero, cristalina da prata e bentonita, que estava em seu modo esfoliado. O FTIV indicou participação de grupos contendo oxigênio e nitrogênio, oriundos do PVP, na redução da prata. A morfologia superficial das amostras foi alterada com a adição de bentonita, apresentada em flocos, e da nanoprata, que exibiu aspecto brilhante. A composição foi confirmada por EDS sem exibição de picos de contaminação no material. Desse modo, é legítimo o prosseguimento do estudo com avaliação da liberação das NPAg do nanocompósito e da atividade antimicrobiana. Assim, espera-se que haja formação de membrana de liberação modificada para aplicação como curativo


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1527220 - CAMILA BRAGA DORNELAS
Interno(a) - 2022362 - ANA CATARINA REZENDE LEITE
Externo(a) ao Programa - 3283114 - LUISE LOPES CHAVES
Externo(a) à Instituição - LIGIA MARIA MANZINE COSTA
Notícia cadastrada em: 14/03/2023 16:21
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