PPF PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA INSTITUTO DAS CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES Telefone/Ramal: Não informado

Banca de DEFESA: JONATHAN NAPOLEAO DOS SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : JONATHAN NAPOLEAO DOS SANTOS
DATA : 13/08/2021
HORA: 09:00
LOCAL: Espaço virtual -
TÍTULO:

Entre poesia e cotidiano: o aberto da linguagem através do poético no pensamento de Heidegger


PALAVRAS-CHAVES:

Cotidiano, Aberto, Abertura, Linguagem, Verdade.


PÁGINAS: 95
RESUMO:

Este trabalho visa discutir o lugar do poético na linguagem. Viso relacionar o II Wittgenstein com o I Heidegger a fim de compreender a natureza da linguagem: Wittgenstein assume a linguagem a partir de uma condição de uso e Heidegger estabelece valoração ontológica e originária da linguagem a partir da fala. Também  demonstrarei pontos de encontros entre o I Heidegger e o II Wittgenstein a partir das analises de Thiago Aquino. Para Aquino, o cotidiano e o protagonismo da linguagem são basilares para relacionar os autores. Distancio-me da hipótese de Aquino de que existia hermenêutica na investigação de Wittgenstein. A investigação pragmática e condicionada aos usos impede, a meu ver, tal hipótese. Feito tais distinções demonstrarei, a partir de Heidegger, como as condições de usos são limitantes para compreender o caráter da linguagem. Mesmo em Ser e Tempo, tacitamente, pode-se notar tal crítica. Entretanto, depois da virada de seu pensamento tais críticas ficam nítidas. Heidegger afirma que a poesia é o local da fala autêntica, portanto, os homens devem escutar sobre o que falam os poetas. A fala poética é para Heidegger fala de abertura, nomeação e fundamentação. A poesia é abertura porque nomeia a verdade do ser e como consequência fundamenta o real esquecido na mediania da fala usual e vida cotidiana. Irei escutar a poesia de René Char. Dois pontos são fundamentais na escolha de Char: 1) A poesia de Char demonstra a essência do aberto. O aberto, em sua poesia recolhe através do tom sentencial e do silêncio. 2) Blanchot dirá que as palavras da poesia de Char são neutras ou se avizinham ao neutro. Utilizo a tese de Blanchot para denotar a insuficiência dos usos para compreender a natureza da linguagem. Por fim, irei estabelecer as relações entre Heidegger e Char sobre a verdade.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1823351 - FERNANDO MEIRELES MONEGALHA HENRIQUES
Presidente - 2269277 - MARCOS ANTONIO DA SILVA FILHO
Externo à Instituição - THIAGO ANDRÉ MOURA DE AQUINO - UFPE
Notícia cadastrada em: 13/07/2021 16:51
SIGAA | NTI - Núcleo de Tecnologia da Informação - (82) 3214-1015 | Copyright © 2006-2024 - UFAL - sig-app-4.srv4inst1 24/05/2024 20:41