Banca de DEFESA: GABRIELA CASTELO BRANCO OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : GABRIELA CASTELO BRANCO OLIVEIRA
DATA : 19/02/2026
HORA: 08:30
LOCAL: Auditório Hamilton Soutinho - CECA/UFAL
TÍTULO:

Curvas de dose-resposta de herbicidas mimetizadores de auxina com efeito residual para Momordica charantia L.


PALAVRAS-CHAVES:

Herbicidas auxinicos, efeito residual, melão-de-são-caetano, suscetibilidade


PÁGINAS: 69
RESUMO:

A Momordica charantia L. pertence à família das cucurbitáceas e é uma planta daninha de ocorrência em áreas de canaviais, pastagens e frutíferas. Dessa forma, pode interferir na produção agrícola e ocasionar perdas de produtividade e perturbações na colheita mecanizada, devido sua morfologia de planta trepadeira. Assim, o manejo dessa espécie torna-se essencial para minimizar sua interferência no desenvolvimento das culturas. O controle químico com herbicidas é a ferramenta mais utilizada em infestações de plantas daninhas, porém, não há informações suficientes na literatura sobre a suscetibilidade, em pré-emergência, dessa espécie aos herbicidas com ação residual do mecanismo de ação dos mimetizadores de auxina. Portanto, o objetivo do presente trabalho foi determinar as doses letais de herbicidas residuais do grupo dos mimetizadores de auxina, em duas profundidades de aplicação, 5 e 10 cm, para a planta daninha Momordica charantia L. O experimento foi conduzido em casa de vegetação do Campus de Engenharias e Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas, com aplicação de picloram e triclopir em doses crescentes de: 0; 6,25; 12,5; 25; 50; 100; 200 e 400% da dose comercial recomendada para a cultura da cana-deaçúcar. Para cada herbicida, o experimento foi repetido, ensaio I e II. Foi realizado o semeio das sementes em cada profundidade de solo determinada, em vasos com capacidade de 1,5 L. A aplicação dos tratamentos foi realizada em pré-emergência da M. charantia com um pulverizador costal pressurizado a CO2 equipado com ponta de pulverização tipo leque modelo AD-IA-01, com pressão constante de 200 KPa, para proporcionar um volume de calda correspondente a 120 L.ha-1 . As variáveis avaliadas foram controle visual aos 7, 15, 30, 45, 60 e 75 dias após aplicação, onde 0% representava ausência total de controle e 100% morte da planta e, ao término do experimento foi realizada a coleta das plantas para a determinação da massa seca relativa da parte aérea. Em decorrência do estudo, para a profundidade de 5 cm de aplicação, as DLs médias obtidas foram de aproximadamente 24; 26,5; 28 e 30 g e. a. ha⁻¹, para a obtenção dos controles 50, 80, 90 e 95%, respectivamente. Para a profundidade de 10 cm, são necessários 33; 39; 43 e 50 g e. a. ha⁻¹ do herbicida comercial, para os controles de 50, 80, 90 e 95%. Para o herbicida triclopir, 75DAA, não foi possível caracterizar suscetibilidade das plantas de Momordica charantia L., às doses aplicadas. Para a profundidade de 5 cm do ensaio II aos 30DAA, as DL obtidas para o controle de 50, 80 e 90% foram de 24,18; 35,19 e 45,5 g e. a. ha⁻¹. Para a profundidade de 10 cm, determinou-se apenas a DL50 com 12,78 g e. a. ha⁻¹. A suscetibilidade da Momo


MEMBROS DA BANCA:
Interno(a) - 1790557 - GILDEMBERG AMORIM LEAL JUNIOR
Externo(a) ao Programa - 2700913 - HUGO HENRIQUE COSTA DO NASCIMENTO - nullPresidente - 2073816 - RENAN CANTALICE DE SOUZA
Notícia cadastrada em: 18/02/2026 20:06
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