Banca de DEFESA: ARTHUR FERREIRA NASCIMENTO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ARTHUR FERREIRA NASCIMENTO
DATA : 25/02/2026
HORA: 13:30
LOCAL: Plataforma online (Google Meet)
TÍTULO:

EFEITO DA ANESTESIA LOCAL POR TUMESCÊNCIA COM LIDOCAÍNA ASSOCIADA À DEXAMETASONA NA DOR PÓS-OPERATÓRIA EM CADELAS SUBMETIDAS À MASTECTOMIA E CARACTERIZAÇÃO HISTOPATOLÓGICA DOS TUMORES MAMÁRIOS


PALAVRAS-CHAVES:

Cirurgia oncológica, analgesia, técnica tumescente, neoplasia mamária.


PÁGINAS: 45
RESUMO:

A mastectomia é um procedimento cirúrgico frequentemente realizado em cadelas com neoplasia mamária e está associada a dor pós-operatória moderada a intensa. A anestesia local por tumescência, baseada na infiltração de solução anestésica no tecido subcutâneo ao longo da cadeia mamária, tem sido proposta como estratégia eficaz para o controle da dor peri e pós-operatória. Este estudo teve como objetivo avaliar o efeito da anestesia tumescente com lidocaína associada à dexametasona no controle da dor pós-operatória em cadelas submetidas à mastectomia, bem como caracterizar os achados histopatológicos dos tumores mamários. Foram incluídas 14 cadelas submetidas à mastectomia terapêutica, randomizadas em dois grupos: grupo controle (GC), submetido à anestesia tumescente convencional com lidocaína e epinefrina, e grupo teste (GT), que recebeu solução tumescente associada à dexametasona. A dor pós-operatória foi avaliada por meio de duas escalas validadas para a espécie canina, a Escala de Dor de Glasgow Modificada e a Escala da Universidade de Melbourne, aplicadas nos períodos de 1, 2, 4, 12 e 24 horas após o procedimento cirúrgico. A utilização concomitante de instrumentos distintos permitiu abordagem mais robusta da mensuração da dor, contemplando parâmetros comportamentais e fisiológicos, o que aumenta a confiabilidade da avaliação clínica.Os dados foram analisados pelos testes de Mann–Whitney, Friedman e Wilcoxon (p < 0,05). Na análise intergrupos, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre as técnicas anestésicas em nenhum dos momentos avaliados (p > 0,05). Contudo, a análise descritiva demonstrou menores escores médios de dor e menor variabilidade no GT na primeira hora do pós-operatório. A análise intragrupo evidenciou redução significativa dos escores de dor ao longo do tempo em ambos os grupos (p < 0,05). A avaliação histopatológica revelou predominância de neoplasias mamárias malignas (92,9%), com destaque para carcinomas de alto grau histológico. Conclui-se que a associação da dexametasona à anestesia tumescente apresentou tendência a melhor controle da dor no pós-operatório imediato, sugerindo potencial benefício clínico como adjuvante em protocolos analgésicos multimodais.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1670912 - PIERRE BARNABE ESCODRO
Externo(a) à Instituição - RICARDO GUILHERME D'OTAVIANO DE CASTRO VILANI - UFPR
Interno(a) - 1482631 - TOBYAS MAIA DE ALBUQUERQUE MARIZ
Notícia cadastrada em: 23/02/2026 11:48
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