PPGPP PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PROTEÇÃO DE PLANTAS CAMPUS DE ENGENHARIA E CIÊNCIAS AGRÁRIAS Telefone/Ramal: 99963-8987

Banca de QUALIFICAÇÃO: RENATA PEREIRA DE LIMA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RENATA PEREIRA DE LIMA
DATA : 26/08/2021
HORA: 09:00
LOCAL: CECA/UFAL
TÍTULO:

HISTÓRIA DE VIDA DE Tetranychus bastosi TUTTLE, BAKER & SALES, (ACARI: TETRANYCHIDAE) E SEUS PREDADORES NO ESTADO DE ALAGOAS


PALAVRAS-CHAVES:

Ácaro vermelho, parâmetros biológicos, ácaros predadores, controle biológico.


PÁGINAS: 58
RESUMO:

Tetranychus bastosi Tuttle, Baker & Sales foi descrito em 1977 no estado do Ceará e até o presente momento a ocorrência dessa espécie é restrita ao Brasil. É um ácaro fitófago da família Tetranychidae com registro em mais de 36 hospedeiros vegetais, incluindo espécies de importância agrícola. Dessa forma, os objetivos deste estudo foi avaliar a ocorrência e história de vida de T. bastosi no estado de Alagoas em diferentes hospedeiros. Para o estudo da história de vida de T. bastosi, os ácaros fitófagos foram coletados no campo e criados sobre as plantas de Canavalia ensiformis L. Foram avaliados os parâmetros de duração e sobrevivência dos estágios imaturos, longevidade e fecundidade. A partir dos resultados, foram confeccionadas as tabelas de vida de fertilidade para os três hospedeiros de T. bastosi: M. rubra, I. batatas e P. guajava. As taxas instantâneas de crescimento (ri) foram avaliadas em dois hospedeiros onde T. bastosi foi encontrado no Estado de Alagoas. Além disso, foram avaliadas a preferência alimentar e de oviposição para T. bastosi em testes de livre escolha. O período de incubação dos ovos T. bastosi apresentou diferença estatística entre M. rubra (5,9 dias) e as demais espécies vegetais envolvidas no ensaio I. batatas (4,0 dias) e P. guajava (4.0 dias). O período larval mais longo foi observado quando a T. bastosi foi alimentado com P. guajava (5,7 dias). O estágio de protoninfa foi menor em I. batatas (1,6 dias), diferindo de M. rubra (2,7 dias) e P guajava (3 dias) e a duração do estágio de deutoninfa foi maior quando T. bastosi foi criado sobre M. rubra (2,3 dias) diferindo estatisticamente de I. batatas (1,6 dias). O período mais longo de ovo a adulto de T. bastosi foi observado em I. batatas (30 dias). A maior longevidade de T. bastosi foi obsevada nos hospedeiros I. batatas e M. rubra (39,8 e 30,2 dias respectivamente). T. bastosi mostrou uma maior taxa líquida (Ro) e uma maior duração média de uma geração (T), quando o hospedeiro foi M. rubra (13,0 e 21,3 dias). Porém a maior capacidade inata de aumento populacional (rm), e uma maior taxa finita de aumento (λ) foi observada quando o hospedeiro foi I. batatas (0,15 e 1,16). Os testes de preferencia hospedeira indicaram que houve uma tendência de T. bastosi a optar por P. guajava 24h  e 48h   em todos os bioensios e periodos analisados, No entanto, quanto a preferência por oviposição, observa-se que não houve diferença entre P. guajava e os outros hospedeiros 24h e 48h. O crescimento populacional de T. bastosi mostrou valores positivos para I. batatas e para T. subulata, respectivamente, com diferenças significativas entre eles.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1389433 - MARIANA OLIVEIRA BREDA
Interno - 024.985.859-23 - ELIO CESAR GUZZO - USP
Interno - 3007246 - MAURICIO SILVA DE LIMA
Externa à Instituição - JAKELINE MARIA DOS SANTOS
Externo à Instituição - JOSE VARGAS DE OLIVEIRA - UFRPE
Notícia cadastrada em: 16/08/2021 19:14
SIGAA | NTI - Núcleo de Tecnologia da Informação - (82) 3214-1015 | Copyright © 2006-2024 - UFAL - sig-app-4.srv4inst1 22/05/2024 03:09