PPGG PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA, DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE Telefone/Ramal: 99992-2210/1441

Banca de QUALIFICAÇÃO: LAIS SUSANA DE SOUZA GOIS



Uma banca de QUALIFICAÇÃO DE MESTRADO foi cadastrada pelo programa.

DISCENTE: LAIS SUSANA DE SOUZA GOIS
DATA: 30/09/2019
HORA: 14:00
LOCAL: Sala 101
TÍTULO:

Análise pedogeomorfológica em bases geossistêmicas aplicada ao semiárido alagoano para compreensão da dinâmica paleoambiental recente no ambiente de exceção no município de Mata Grande.


RESUMO:

O estudo das dinâmicas ambientais pretéritas no semiárido pode configurar-se para entender o funcionamento recente e futuro da paisagem nordestina. Hoje através de estudos já realizados na região, se tem o consenso de que o período Quaternário é extremamente indispensável no entendimento desta temática. As mudanças paleoambientais desse período transformaram esculturalmente as paisagens brasileiras e no Nordeste seco possui ainda mais relevância já que o clima atual possui tantas divergências com o restante do país. Seguindo um viés de análise morfoclimática esta pesquisa buscou por meio de mapeamento geomorfológico das unidades espaciais, análises granulométricas e revisões bibliográficas, realizar comparações entre modelos evolutivos já estabelecidos na região Nordeste, sobretudo na Província Borborema, e assim contribuir com o estudo da dinâmica ambiental do Nordeste seco e consequentemente contribuir para a história da dinâmica evolutiva do relevo sertanejo alagoano que, se comparado com outros estados do Nordeste Oriental, carece de pesquisas sistematizadas que objetivam reconstruir a sua dinâmica paleoambiental. No Nordeste algumas pesquisas semelhantes já foram realizadas, em áreas de exceção, tomando como ponto de partida a visão sistêmica e a necessidade de reconstrução da dinâmica paleoambiental. No estado de Pernambuco, por exemplo, é possível encontrar o maciço da Serra da Baixa Verde. Este maciço já passou por vários tipos de análises sistematizadas, dentre elas, geomorfológicas, pedológicas e climáticas, sendo possível reconhecê-lo como uma área de exceção. Sobre esta pesquisa, destacam-se as contribuições recentes de Corrêa (1997), Corrêa (2001), Amorim et al (2015), Tavares et al (2011) e Barros (2014). Além do estado de Pernambuco, no Nordeste destacam-se os trabalhos de Lima (2015; 2017) na Chapada do Araripe - CE, e no próprio estado de Alagoas no município de Água Branca com as pesquisas de Melo (2019) e Silva (2019). O maciço de Mata Grande, localizado no Sertão alagoano, foi escolhido para esta pesquisa, em virtude de seu relevo bastante elevado, apresentando inicialmente características diferentes do seu entorno rebaixado, levantando indícios de que se trata de um brejo de altitude, baseado nas ideias de Corrêa (2001), Lins (1989), Melo (1988), entre outros.


PALAVRAS-CHAVE:

Brejo de Altitude; Geomorfologia; Geossidtema; Sedimentologia.


PÁGINAS: 63
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Geografia

MEMBROS DA BANCA:
Externo(a) ao Programa - 2265471 - FLAVIA JORGE DE LIMA
Interno(a) - 2501620 - MELCHIOR CARLOS DO NASCIMENTO
Presidente - 1574934 - NIVANEIDE ALVES DE MELO FALCAO
Notícia cadastrada em: 29/08/2019 10:47
SIGAA | NTI - Núcleo de Tecnologia da Informação - (82) 3214-1015 | Copyright © 2006-2024 - UFAL - sig-app-2.srv2inst1 19/05/2024 18:39