PPGG PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA INSTITUTO DE GEOGRAFIA, DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE Telefone/Ramal: 99992-2210/1441

Banca de DEFESA: EDSON VALENTE COSTA NETO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : EDSON VALENTE COSTA NETO
DATA : 17/08/2022
HORA: 14:00
LOCAL: Webconferência
TÍTULO:

A REDE URBANA DO ESTADO DE ALAGOAS: HIERARQUIA
DOS CENTROS URBANOS E REGIÕES DE INFLUÊNCIA DAS
CIDADES


PALAVRAS-CHAVES:

hieraraquia, rede urbana, Alagoas.


PÁGINAS: 250
RESUMO:

O presente trabalho tem como objetivo analisar a rede urbana
do estado de Alagoas, referente aos estudos Esboço Preliminar
de Divisão do Brasil em Espaços Polarizados de 1967 e
Regiões de Influência das Cidades – REGIC (2020).
Salientamos que este trabalho possui como metodologia a
pesquisa qualitativadescritiva, fazendo uso de levantamento
bibliográfico e documental. De acordo com o documento
Regiões de Influência das Cidades – REGIC, publicado pelo
IBGE em 2020, Alagoas apresenta a seguinte hierarquia
urbana, classificada a partir dos seguintes níveis: Capital
Regional A – Maceió; Capital Regional C – Arapiraca, atestando
a inexistência de Capital Regional B, assim como de metrópole;
Centros Sub-regionais B - Penedo, Delmiro Gouveia, Palmeira
dos Índios, Santana do Ipanema, São Miguel dos Campos e
União dos Palmares, atestando a inexistência de Centros Sub-
regionais A; e Centros de Zona B - Coruripe, Olho d´Água das
Flores, Pão de Açúcar, Porto Calvo e Viçosa, atestando a
inexistência de Centros de Zona A. Os demais 89 municípios de
Alagoas foram hierarquizados como centros locais (REGIC,
2020). As análises dos resultados serão feitas através da
metodologia utilizada no REGIC (2020). Maceió atende os
requisitos em gestão pública e empresarial, promovendo o
estabelecimento de relações com as cidades que compõe o seu
arranjo populacional, fazendo com que o seu processo de
urbanização seja parecido com os das grandes metrópoles
brasileiras devido a sua capacidade econômica e de atrair
investimentos. A cidade de Arapiraca apresenta uma conexão 

com outras cidades que compões a sua região de influência,
oferecendo uma variedade de bens e serviços que atende as
necessidades de acordo com a condição de cada população,
que vai em busca destes serviços dissipando ainda mais o seu
alcance dentro desta rede urbana. Isto acontee devido ao
crescimento econômico nos setores de serviços, construção
cívil e indústrias com muitas ofertas de emprego atraindo ainda
mais as populações dos municípios em seu entorno. Desta
forma, as transformações que ocorrem em todos os setores,
principalmente no produtivo, serviços e capital transformam a
estrutura urbana, modernizando-a, aumentando ainda mais as
especificidades de Arapiraca em relação as outras cidades da
região. Os Centros Sub-regionais B evoluiram na prestação de
bens e serviços mais especializados, principalamete nos
setores de comércio, saúde e educação, evitando que as suas
populações não tenham que se deslocar até a capital Maceió,
devido através de uma boa gestão do território, aumentando as
suas capacidades de atrair investimentos, transformando-se em
pólos de comercialização regionais. Os Centros de Zona B
alagoanos foram capazes de ascender na hierarquia, passando
por transformações significativas em sua estrutura urbana,
sendo dotados de hospitais, clínicas e leitos de atendimento nas
mais variadas especialidades, com uma diversificação nos bens
e serviços que podem atender as necessidades imediatas de
consumo de sua população, contudo, ainda são dependentes
dos serviços ofertados pelos Centros Sub-regionais B, ou até
mesmo da capital Maceió, já que estão inseridos dentro de suas
áreas de influência.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 192.835.987-68 - MIGUEL ANGELO CAMPOS RIBEIRO - UERJ
Presidente - 1188049 - PAULO ROGERIO DE FREITAS SILVA
Externa à Instituição - VIRGINIA CELIA CAVALCANTE DE HOLANDA
Notícia cadastrada em: 15/07/2022 10:45
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